10 coisas que pessoas saudáveis fazem diferente

Natural sign of love - heart made from small tomatoes

10 coisas que pessoas saudáveis fazem diferente

Tenho certeza que todas a mamães e papais adoram ver os seus pequenos fazendo de conta que estão falando ao telefone, vestindo as roupas e sapatos dos adultos, colocando a bolsa para ir às compras e tantas outras graças que eles fazem ainda bem novinhos.

Esse comportamento nada mais é do que imitação. E eles prestam atenção em absolutamente tudo o que a gente faz, inclusive aquelas coisas que a gente não gostaria. E com os hábitos alimentares não é diferente: comer na frente da televisão, dar uma paradinha numa rede de fast food porque tá na correria, comer um muffin em vez de uma fruta, não comer legumes e verduras com frequência… atire a primeira pedra quem nunca fez nenhuma dessas coisas!

Por isso, o post de hoje é para você mamãe!  Quem sabe você se inspira e melhora algumas coisinhas pra se tornar um exemplo ainda melhor para seus filhos.

As 10 coisas que as pessoas saudáveis fazem diferente da maioria.

Vamos lá?

1. Elas são ‘imunes’ ás dietas da moda
Porque sabem que a grande maioria é puro marketing! Sucos detox, low carb, proteína, seca isso e seca aquilo… nada disso está relacionado com ser saudável ou criar hábitos alimentares saudáveis.

2. Elas suportam os produtores locais
E não as gigantes produtoras de alimentos processados. Comprar produtos fescos e produzidos perto de você traz inúmeros benefícios à economia, ao planeta e à sua saúde.

3. Elas ouvem seu corpo mais do que o seu médico
E buscam alternativas naturais sempre que possível.

4. Elas sabem que saúde começa com passar mais tempo na cozinha
Preparar sua própria comida, por mais simples e rápida que seja, sempre é mais saudável do que comprar a comida pronta. Até aquele muffin, se for feito por você, vai ser mais saudável, sem conservantes, corantes e com menos açúcar e gordura.

5. Elas veem o gasto com comida como um investimento na saúde
Não só consumindo produtos de qualidade, mas sabendo que muitos alimentos podem ser usados como alternativas medicinais.

6. Em se tratando de alimentos transgênicos (GMO) e pesticidas, não é só discurso
É pra valer, nada de discurso vazio. Sempre que possível, consomem alimentos orgânicos e produzidos localmente. (E enquanto o mundo todo se manifesta para banir os transgênicos, o Brasil é o segundo maior produtor mundial desses alimentos. Leia mais aqui.)

7. Elas se orgulham em comer o que a sua avó reconheceria como comida
Pense sobre o que a sua avó ou bisavó servia na mesa para o almoço e em como ela preparava a comida… entendeu? 😉

8. Elas procuram por listas de ingredientes curtas e sabem o que estão ingerindo
Diz a regra: quanto mais longa a lista de ingredientes, mais processado é o produto. Outro detalhe importante: se você não consegue pronunciar algum dos ingredientes, provavelmente também não sabe o que é e que consequências pode trazer para a sua saúde.

9. Elas ouvem o corpo e comem o que eles está pedindo
Quando você tem aquela vontade de comer algo (não vale chocolate na TPM!) é geralmente um sinal de que o seu corpo está sentindo falta de algum nutriente.

10. Elas comem o suficiente para suprir o corpo com os nutrientes que ele realmente precisa
Limitar calorias e quantidade ou optar por alimentos nutricionalmente vazios só vai reduzir a quantidade de nutrientes que você está ingerindo e deixar seu corpo ‘no vermelho’.

E aí? O que mais você incluiria da lista? Conta pra gente!

 

Fonte: o texto original é da Terapeuta Nutricional Catherine Crow, do blog Butter Nutrition.

4 Comments
  • Rui Piranda
    Posted at 15:10h, 10 December Reply

    O que você acha do glúten e da lactose? Aparentemente são os novos inimigos. Certas linhas da medicina sempre os abominaram. Mas definitivamente não é uma dieta fácil de seguir. Vale a pena? Dá pra brincar disso e incluir as crianças ?

    • Kids & Kitchen
      Posted at 15:45h, 10 December Reply

      Olha Rui, ‘gluten-free’ virou outra modinha e tem sido adotado por muita gente pelas mais diferentes razões. A questão é, somente quem tem doença celíaca ou é diagnosticado com intolerância ao gluten realmente precisa eliminar esses produtos da dieta. O resto está apenas seguindo uma modinha. Muita gente relata que se sente melhor quando elimina o gluten da dieta e eu acredito, mas você sabe porque? Porque com certeza estão comendo menos carboidratos em geral, menos doces, optando por alimentos mais saudáveis e prestando mais atenção ao que comem. A intolerância à lactose é bastante comum na verdade, mas também deve ser diagnosticada. E existe a alergia ao leite, que é diferente, muito mais séria, menos comum e pode inclusive representar risco de vida pois involve o sistema imunológico. Em ambos os casos, precisa-se fazer exames com um alergista para comprovar. Se auto-diagnosticar e começar a cortar grupos de alimentos da dieta vai acabar causando mais mal do que bem ao organismo. O mesmo se aplica às crianças: se forem celíacas, intolerantes ou alérgicas, precisamos tomar muito cuidado com o que elas comem. Se não, nada de restrições desnecessárias!

  • Vanessa Schwab
    Posted at 16:23h, 11 June Reply

    Gostaria de dar minha opinião sobre o glúten para mostrar um outro lado dele além destas dietas da moda que andam por aí.
    O grande problema é que o trigo veio sofrendo modificações genéticas ao longo os anos para que produzisse melhores resultados na panificação. Com isto, o trigo de hoje possui muito mais glúten do que hà 50 anos. Somado a isto, a grande maioria das pessoas consome alimentos à base de trigo em praticamente todas as refeiçóes do dia. O trigo tem várias formas de aparecer, como no pãozinho, no pão sírio, no sanduíche, no biscoito, no bolo, no macarrão, no couscous…então, há uma sobrecarga tanto na frequência com que o glúten é ingerido como na quantidade de glúten.
    A solução mais simples é lembrarmos de variar o consumo do trigo com outros carboidratos como: mandioca, batata, inhame, cará, arroz integral, arroz selvagem, arroz negro, arroz vermelho, quinoa, amaranto, aveia, painço…
    Atualmente é bem fácil encontrarmos inclusive farinhas provenientes da quinoa, grão de bico, arroz para a substituição nas receitas que levam trigo.
    Falando do aspecto clínico, o glúten é uma proteína de difícil digestão e que pode sim provocar alterações no intestino delgado, comprometendo desde a absorção de vitaminas e minerais até o desencadeamento ou a piora de doenças auto imunes, hipotireoidismo, síndrome de down.
    É claro que não precisamos entrar em pânico e eliminar 100% o trigo, mas é importante ressaltar que devemos prestar mais atenção ao que comemos e às reações que nosso corpo apresenta!
    Grande abraço,
    Vanessa Schwab – nutricionista e personal diet CRN-DF 1916

    • Monica Herzer-Mitteregger
      Posted at 13:27h, 15 June Reply

      Obrigada Vanessa!
      Muito útil ter a explicação de uma nutricionista como você sobre um assunto tão polêmico e, porque não dizer, banalizado.
      Continue aparecendo por aqui 🙂
      bjo!

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